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	<title>Revista de Cinema</title>
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		<title>Faroeste Caboclo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fabrício Boliveira]]></category>
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		<description><![CDATA[Longa tem Fabrício Boliveira e Isis Valverde no elenco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um dos marcos do rock brasileiro nos anos 80, <em>Faroeste Caboclo</em>, a saga de João de Santo Cristo composta por Renato Russo, um dos maiores sucessos do Legião Urbana, chega agora aos cinemas. Com direção de René Sampaio, o longa traz Fabrício Boliveira (da minissérie <em>Suburbia</em>) como o mítico João de Santo Cristo e Ísis Valverde (<em>Avenida Brasil, O Canto da Sereia</em>) em sua estreia no cinema como Maria Lúcia.</p>
<p>Marcos Bernstein e Victor Atherino assinam o roteiro, inspirado na música de 1979. Philippe Seabra, do <em>Plebe Rude</em>, é o autor da trilha sonora de <em>Faroeste Caboclo</em>, que estreia nos cinemas das principais cidades no dia 30 de maio. A pré-estreia do filme acontece nesta terça-feira, 21, às 20h, no Cine Livraria Cultura, em São Paulo, em sessão gratuita. Após a exibição, haverá debate com o diretor René Sampaio e com os atores Fabrício Boliveira, Isis Valverde e Felipe Abib. Os Ingressos poderão ser retirados a partir das 19h do mesmo dia, na bilheteria do cinema, na Rua Padre João Manoel, 100, Loja 1, no Conjunto Nacional.</p>
<p>Numa narrativa que nos lembra o cordel brasileiro, a letra da música <em>Faroeste Caboclo</em> tem 159 versos que narram a vida de João de Santo Cristo desde a sua infância, na Bahia, à sua trajetória em Brasília. A história tem os elementos de uma tragédia grega conduzida por um personagem solitário que nos causa compaixão e receio. No percurso de sua vida, João de Santo Cristo encontra caminhos bifurcados e faz suas escolhas, mas para viver o grande amor com Maria Lucia ele precisa encarar seus dilemas e seus conflitos, além do playboy e traficante Jeremias (Felipe Abib), também apaixonado por ela.</p>
<p>Com fotografia de Gustavo Hadba, o filme é produzido por Bianca De Felippes, Marcello Maia. Marcos Paulo (1951-2012) faz o pai da personagem Maria Lucia, em seu último trabalho como ator. Flavio Bauraqui faz uma participação especial, como pai do menino João de Santo Cristo.</p>
<p>René Sampaio faz sua estreia em longa-metragem com <em>Faroeste Caboclo</em>. É diretor dos curtas <em>Antes do Fim</em>, <em>O Homem</em> e <em>Sinistro,</em> filme que recebeu sete candangos no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, dois kikitos no Festival de Gramado e mais de 10 prêmios em outros festivais do Brasil.</p>
</div>
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		<title>Panasonic premia vídeos de estudantes da América Latina</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 10:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[A Panasonic do Brasil realiza no próximo dia 22 de maio, em São Paulo, a etapa latino-americana do KWN 2013 – Kid Witness News, programa educacional que proporciona a estudantes de todo o mundo contato direto com a tecnologia, por meio [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Panasonic do Brasil realiza no próximo dia 22 de maio, em São Paulo, a etapa latino-americana do KWN 2013 – Kid Witness News, programa educacional que proporciona a estudantes de todo o mundo contato direto com a tecnologia, por meio da confecção de vídeos digitais.</p>
<p>Estarão presentes os alunos que concorrem aos prêmios juntamente com seus professores. Trata-se de uma oportunidade única para estudantes da América Latina trocarem informações, experiências e conhecerem um pouco mais da realidade de cada país.</p>
<p>Os jovens puderam escolher entre os temas Ecologia ou Comunicação para suas produções. Para isso, receberam aulas de especialistas em audiovisual e tiveram acesso a equipamentos de última geração da Panasonic.</p>
<p>O júri foi composto por profissionais da área, que julgaram os vídeos de acordo com os quesitos de edição, roteiro, áudio e vídeo. Fizeram parte do júri Maísa ZakZuk, produtora de vídeos educativos que já dirigiu diversos programas infantis na TV Cultura; Sérgio Rizzo, jornalista, crítico de cinema e doutor em audiovisual; Yuri Sanada, diretor e produtor de longas-metragens; e a diretora e produtora Vera Sanada.</p>
<p>O KWN &#8211; Kid Witness News foi desenvolvido pela Panasonic em 1989, nos Estados Unidos, e expandiu-se globalmente. Hoje, mais de 1.020 escolas em 32 países participam da ação.<strong></strong></p>
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		<title>Abertas as inscrições para as oficinas do CineOP</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 19:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CineOP - Mostra de Cinema de Ouro Preto]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para as oficinas oferecidas gratuitamente durante a 8ª CineOP &#8211; Mostra de Cinema de Ouro Preto, que acontece de 12 a 17 de junho, na cidade histórica mineira de Ouro Preto (90 km de BH).  São seis oficinas de cultura voltadas [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para as oficinas oferecidas gratuitamente durante a 8ª CineOP &#8211; Mostra de Cinema de Ouro Preto, que acontece de 12 a 17 de junho, na cidade histórica mineira de Ouro Preto (90 km de BH).  São seis oficinas de cultura voltadas para o público adulto, com a oferta de 195 vagas ao todo.</p>
<p>Os interessados em preencher uma das vagas têm até o dia 24 de maio para se inscreverem (20h &#8211; horário de Brasília) pelo site oficial do evento, <a href="http://www.cineopcom.br/" target="_blank">www.cineopcom.br</a>. Além de preencher a ficha de inscrição disponível no site, os candidatos devem inserir, em seu cadastro, um breve currículo para análise. Cada interessado pode concorrer a apenas uma vaga, na oficina que eleger.</p>
<p>Se o número de inscrições ultrapassar o número de vagas oferecidas, a produção fará a seleção de acordo com os critérios definidos pela comissão organizadora do evento.</p>
<p>A CineOP promove oficinas gratuitas desde a primeira edição, com o compromisso de contribuir para o aperfeiçoamento das práticas audiovisuais, refletir sobre a história do cinema brasileiro, a preservação do patrimônio cinematográfico brasileiro e aproximar o cinema da educação – com temáticas que abordam e exercitam o fazer cinematográfico, a criação em novas mídias, roteiro, a história do cinema e o audiovisual na sala de aula.</p>
<p>Informações e exercícios do fazer cinematográfico serão encontrados nas oficinas como Realização em Curta, de Luiz Carlos Lacerda, que resulta, ao final de cinco dias de produção, na apresentação de um filme no encerramento do evento. David França Mendes será o responsável pela oficina de Roteiro.</p>
<p>Ministrada pela primeira vez em Ouro Preto, a oficina “O Cinema Brasileiro nos primeiros Anos de Chumbo (1964-1970)” lidará com o momento histórico que é a temática da programação de filmes e debates este ano, ou seja, com o contexto e estilos no cinema brasileiro entre os anos de 64 e 69. O instrutor Cléber Eduardo irá destacar algumas iniciativas mais frontais na abordagem da sociedade, mas também levará em consideração os filmes que deram as costas à situação política ou a levaram em consideração de soslaio.</p>
<p>Eduardo Morettin marca presença pela primeira vez na CineOP e vai ministrar a oficina “ Cinema Brasileiro e História” . Nesta ocasião vai lançar seu livro “Humberto Mauro, Cinema, História”(2013).</p>
<p>Veja abaixo a relação das oficinas oferecidas:</p>
<p>REALIZAÇÃO EM CURTA<br />
Instrutor: Luiz Carlos Lacerda &#8211; RJ<br />
13 a 17 de julho &#8211; quinta a segunda<br />
Horário: 10 às 13h e 15 às 18h  Carga horária: 30 horas<br />
Número de vagas: 35<br />
Faixa etária: a partir de 18 anos</p>
<p>A PRÁTICA DO ROTEIRO<br />
Instrutor: David França Mendes &#8211; RJ<br />
12 a 14 de junho &#8211; quarta a sexta<br />
Horário: 14 às 18h  Carga horária: 12 horas<br />
Número de vagas: 25<br />
Faixa etária: a partir de 18 anos</p>
<p>#EUFAÇOAMOSTRA COM COCRIATIVIDADE<br />
Instrutores: Igor Amin e Vinícius Cabral &#8211; MG<br />
13 a 17 de junho &#8211; quinta a segunda<br />
Horário: 10 às 12h e 14 às 16h    Carga horária: 20 horas<br />
Número de vagas: 25<br />
Faixa etária: 16 a 24 anos</p>
<p>O CINEMA BRASILEIRO NOS PRIMEIROS ANOS DE CHUMBO (1964-1970)<br />
Instrutor: Cléber Eduardo &#8211; SP<br />
13 a 15 de junho &#8211; quinta a sábado<br />
Horário: 14 às 17h30 – quinta e sexta e 9h30h e 13h30 &#8211; sábado    Carga horária: 11 horas<br />
Número de vagas: 35<br />
Faixa etária: a partir de 16 anos</p>
<p>O CINEMA NA SALA DE AULA: CONSTRUINDO O CONHECIMENTO A PARTIR DE IMAGENS E SONS<br />
Instrutora: Daniela Giovana Siqueira &#8211; MG<br />
13 a 15 de junho &#8211; quinta a sábado<br />
Horário: 9h30 às 13h30    Carga horária: 12h<br />
Número de vagas: 35<br />
Faixa etária: a partir de 18 anos</p>
<p>CINEMA BRASILEIRO E HISTÓRIA<br />
Instrutor: Eduardo Morettin &#8211; SP<br />
15 e 16 de junho – sábado e domingo<br />
Horário: 9h às 13h    Carga horária: 8 horas<br />
Número de vagas: 40<br />
Faixa etária: a partir de 18 anos</p>
<p>Outras informações sobre as inscrições podem ser obtidas pelo telefone (31) 3282-2366.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ANCINE divulga filmes selecionados para o Encontros com o Cinema Brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 19:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ancine]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros com o Cinema Brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa “Encontros com o Cinema Brasileiro”, uma iniciativa conjunta da ANCINE e do Ministério das Relações Exteriores, anunciou nesta quinta, 16, os filmes selecionados para participar da sua primeira edição. Dez longas-metragens brasileiros de produção independente, entre os 71 inscritos, serão [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O programa “Encontros com o Cinema Brasileiro”, uma iniciativa conjunta da ANCINE e do Ministério das Relações Exteriores, anunciou nesta quinta, 16, os filmes selecionados para participar da sua primeira edição.</p>
<p>Dez longas-metragens brasileiros de produção independente, entre os 71 inscritos, serão projetados em sessões fechadas para os curadores de alguns dos principais festivais internacionais de cinema, convidados a vir ao Rio de Janeiro. As exibições serão realizadas no Instituto Moreira Salles, nos dias 4, 5 e 6 de junho. No final de cada dia do programa, após as exibições, os curadores poderão realizar reuniões ou encontros com produtores brasileiros.</p>
<p>Já confirmaram presença Marco Muller, diretor do Festival de Roma; Violeta Bava, delegada para América Latina do Festival de Veneza; Maialen Beloki, membro do comitê de seleção do Festival de San Sebastián; Sergio Fant, membro do comitê de seleção do Festival de Locarno; Raul Zambrano, membro do comitê de seleção do IDFA (Amsterdam); e Alberto Ramos, membro do comitê de seleção do Festival de Havana. Além deles, a delegada do Festival de Toronto para a América Latina, Diana Sanchez, que virá ao Brasil em julho, também recebeu material sobre os filmes inscritos, incluindo trailers, teasers, sinopses e currículos dos realizadores.</p>
<p>Os filmes selecionados para visionamento durante a primeira edição dos Encontros com o Cinema Brasileiro foram:</p>
<p>- “Os Amigos”, de Lina Chamie;<br />
- “Amor, Plástico e Barulho”, de Renata Pinheiro;<br />
- “Entre Vales”, de Philippe Barcinski;<br />
- “Estação Liberdade”, de Caito Ortiz;<br />
- “A Gente”, de Aly Muritiba;<br />
- “A Montanha”, de Vicente Ferraz;<br />
- “Uma Passagem para Mário”, de Eric Laurence;<br />
- “Riocorrente”, de Paulo Sacramento;<br />
- “Rio Cigano”, de Julia Zakia; e<br />
- “Tatuagem”, de Hilton Lacerda.</p>
<p>Além desses 10 longas-metragens, vários outros títulos despertaram o interesse dos curadores, que recomendaram que os outros filmes inscritos enviem seus filmes aos festivais pelo caminho tradicional.</p>
<p>O programa Encontros com o Cinema Brasileiro foi planejado levando em conta o calendário de realização dos festivais, aumentando as chances de participação dos filmes brasileiros e, consequentemente, a inserção internacional do nosso cinema. Serão realizadas mais duas edições do programa ao longo do ano, para atender aos festivais com realização no primeiro semestre de 2014. Iniciativas semelhantes são realizadas em diversos países europeus e também no Canadá e na Coreia do Sul.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Dúvidas sobre o programa podem ser enviadas para o e-mail <a href="mailto:encontros.cinema@ancine.gov.br">encontros.cinema@ancine.gov.br</a>.</p>
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		<title>Canal TCM estreia primeira coprodução</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Produção TV]]></category>
		<category><![CDATA[Slideshow]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Canal TCM]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Camurati]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Vendramini]]></category>
		<category><![CDATA[série tv]]></category>

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		<description><![CDATA[A série documental "Elas" é apresentada pela atriz Luciana Vendramini]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O TCM estreia, no segundo semestre deste ano, a primeira série documental coproduzida pelo canal, que expõe a vida de mulheres que, com muita luta e perseverança, conquistaram espaço no cenário cultural e se tornaram ícones.</p>
<p>Algumas das escolhidas para protagonizar esta primeira temporada, focada em brasileiras, são divas e jovens estrelas do cinema, musas da pornochanchada e importantes mulheres que atuam por trás das câmeras.</p>
<p>Apresentado pela atriz Luciana Vendramini, o programa &#8220;Elas&#8221; terá 40 episódios no total e revelará os bastidores do sucesso, abordando os fatos que marcaram a vida de cada uma, pelo seu próprio ponto de vista. Contamos, ainda, com entrevistas de homens que são importantes para essas mulheres, como filhos, maridos, diretores etc. A apresentadora reitera a vontade de ir além nas narrativas, explicando o porquê delas terem se destacado e serem vistas como mulheres à frente de seu tempo.</p>
<p>&#8220;Elas&#8221; é uma criação e produção da Mocho, produtora paulistana que atua no mercado desde 2008.</p>
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		<title>Não Conta Lá em Casa</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[André Fran]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Não Conta Lá em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[programa tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito pelo jornalista André Fran, um dos quatro apresentadores do programa de TV homônimo, em sua sexta temporada no canal por assinatura Multishow, Não Conta Lá em Casa é um relato pessoal de algumas das viagens que fizeram para os [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrito pelo jornalista André Fran, um dos quatro apresentadores do programa de TV homônimo, em sua sexta temporada no canal por assinatura Multishow, <em><em>Não Conta Lá em Casa</em></em> é um relato pessoal de algumas das viagens que fizeram para os mais excepcionais e polêmicos destinos do mundo.</p>
<p>O programa, ao longo de suas 5 temporadas, foi eleito o Melhor Reality Show da TV pela NET, em 2011, 2º colocado como Melhor programa de TV de Viagens pelo Jornal <em>O Globo</em>, em 2010, e recebeu indicações a festivais de televisão no exterior.</p>
<p>Inspirado nas insólitas e impactantes experiências vividas para gravar o programa, a narrativa do livro descreve as mais curiosas e impressionantes realidades: um Iraque em guerra, a isolada Coreia do Norte, o Afeganistão dos talibãs, Tuvalu, a paradisíaca ilha-país que está prestes a sumir do mapa devido ao aquecimento global, o Japão pós-Tsunami de 2011, além de Somália, Etiópia e outros.</p>
<p>Há de se ter muita coragem e extremo apreço e interesse na humanidade para dentre todos os destinos que o mundo oferece optar justamente por lugares castigados seja pela implacável força da natureza ou pela abominável ignorância dos homens.</p>
<p>Em uma obra repleta de fotos, Fran revela também alguns detalhes curiosos e inusitados dos bastidores e aproveita para dar dicas para quem quer se aventurar por roteiros tão insólitos como esses. É o caso do Manual do Nerd na Estrada, capítulo com dicas para os viajantes mais conectados de como se virar em momentos de maior dificuldade para aliviar as crises de abstinência “internética”.</p>
<p><strong>Sobre o autor: </strong>André Fran é jornalista e viaja atrás de destinos polêmicos com o <em>Não Conta Lá em Casa</em>. É viciado em mídias sociais, ama comida japonesa, torce pro Botafogo e quer salvar o mundo. Mesmo quando está nos lugares mais improváveis, pode ser facilmente encontrado tuitando no @franontheroad.</p>
<p><strong>Não Conta Lá em Casa<br />
</strong><strong>Uma viagem pelos destinos mais polêmicos do mundo<br />
</strong><strong>Autor: </strong>André Fran<strong><br />
</strong><strong>Editora: </strong>Record<br />
<strong><strong>Páginas: </strong></strong>308<br />
<strong>Preço: </strong>R$ 49,90</p>
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		<item>
		<title>A não incidência do ISS na produção de obras audiovisuais</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto Sobre Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[ISS]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[Recolhimentos indevidos já realizados podem ser revistos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Lei Complementar nº 116, de 2003, que instituiu o Imposto Sobre Serviços, prevê uma lista de operações que podem ser tributadas pelos municípios de acordo com suas próprias legislações. Em obediência ao que chamamos, no Direito Tributário, de Princípio da Taxatividade (ou Tipicidade), os serviços que não estão expressamente mencionados na lei não poderão ser tributados.</p>
<p>Ocorre que, na época de sua promulgação, o item 13.01, que tratava da “produção, gravação, edição, legendagem e distribuição de filmes, videotapes, discos, fitas cassete, compact disc, digital video disc e congêneres”, foi vetado pelo então presidente Lula. Dessa forma, tais serviços ficaram sem previsão expressa, para efeitos de incidência do ISS.</p>
<p>Não obstante, parte significativa dos fiscos municipais continuou a cobrar o imposto pela produção de filmes, equiparando-o ao serviço de “cinematografia”, previsto no item 13.03 dessa mesma lista.</p>
<p>A questão foi levada, recentemente, ao Superior Tribunal de Justiça que reconheceu a inexistência de previsão legal que ampare a referida cobrança:</p>
<p>“A partir da vigência da Lei Complementar 116/03, em face de veto presidencial em relação ao item 13.01, não mais existe previsão legal que ampare a incidência do ISS sobre a atividade de produção, gravação e distribuição de filmes, seja destinada ao comércio em geral ou ao atendimento de encomenda específica de terceiro, até mesmo porque o item vetado não fazia tal distinção.”<strong>1</strong></p>
<p>Na ocasião, o Ministro Relator Benedito Gonçalves salientou que não é possível equiparar o serviço de produção ao de cinematografia:</p>
<p>“Primeiro porque, logicamente, não é possível aplicar interpretação extensiva para alcançar atividade específica que foi expressamente excluída da lista em face de veto presidencial. [...]</p>
<p>Segundo, historicamente, a cinematografia já estava contida na lista anexa ao DL 406/68 (item 65) e nem por isso justificava a incidência do tributo sobre a produção, gravação e distribuição de filmes que, como visto, estava amparada no item 63.</p>
<p>Terceiro, a atividade de cinematografia não equivale à produção de filmes, mas, certamente, a mais importante de suas etapas.</p>
<p>Com efeito, conforme o primeiro significado estampado pelo Dicionário Houaiss da língua portuguesa, cinematografia é ‘o conjunto de princípios, processos e técnicas utilizadas para captar e projetar numa tela imagens estáticas sequenciais (fotogramas) obtidas com uma câmera especial, dando a impressão ao espectador de estarem em movimento’.</p>
<p>Já a produção cinematográfica é uma atividade mais ampla que compreende, entre outras, o planejamento do filme a ser produzido, a contratação de elenco, a locação de espaços para filmagem, e, é claro, a própria cinematografia.” (colchetes nossos)</p>
<p>Destarte, através do julgamento do Recurso Especial nº 1.308.628-RS, declarou-se afastada a incidência do ISS sobre a produção, gravação e distribuição de obras audiovisuais, sejam elas destinadas ao comércio em geral ou a terceiro encomendante.</p>
<p>Não obstante, frisamos que essa não incidência do ISS não abrange toda a cadeia de serviços movimentada para a realização do filme. Em outras palavras, se a produtora contratar outros serviços que estão previstos na Lei Complementar nº 116, de 2003, por exemplo, a dublagem, deverá realizar o recolhimento nos termos da legislação municipal.</p>
<p>Por fim, é bom ressaltar que os contribuintes que já realizaram os recolhimentos em operações dessa natureza podem reaver os valores pagos indevidamente através de medidas administrativas e judiciais, desde que respeitado o prazo prescricional de cinco anos previsto em nosso Código Tributário Nacional.</p>
<p><strong>1</strong> Superior Tribunal de Justiça, Recurso Especial nº 1.308.628-RS, Primeira Turma, Relator Ministro Benedito Gonçalves, Votação Unânime, Julgado em 26 de junho de 2012, Publicado no Diário de Justiça Eletrônico em 2 de agosto de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Nichollas de Miranda Alem, advogado do escritório Cesnik, Quintino e Salinas, especializado em entretenimento e terceiro setor.</p>
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		<title>Premiados cineastas iranianos são homenageados em mostra</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:36:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mostra Mohammad Rasoulof e Jafar Panahi: cineastas iranianos]]></category>
		<category><![CDATA[O Círculo]]></category>

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		<description><![CDATA[Doze filmes de Mohammad Rasoulof e Jafar Panahi integram a mostra, entre eles, "O Círculo", de Panahi]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: black;">A Caixa Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 21 de maio a 2 de junho, a mostra “Mohammad Rasoulof e Jafar Panahi: cineastas iranianos”, uma homenagem aos dois cineastas que, em 2010, foram sentenciados a seis anos de prisão e, no caso de Panahi, com proibição de escrever ou realizar filmes. Os dois, segundo as autoridades iranianas, teriam feito propaganda contra o Estado.</span></p>
<p>Jafar Panahi é um dos mais prestigiados cineastas iranianos de todos os tempos. Começou a realizar seus próprios filmes na década de 1990 e foi assistente do diretor Abbas Kiarostami. O reconhecimento de seu trabalho foi imediato e seus filmes receberam prêmios nos festivais internacionais de Cannes, Locarno, Veneza e Berlim.</p>
<p>Já Mohammad Rasoulof foi colaborador de Panahi e realizou cinco longas-metragens entre os anos de 2002 e 2011, que também circularam em diversos festivais internacionais de cinema.</p>
<p><span style="color: black;">Na programação da mostra, destaque para o filme “Adeus”, última produção de Mohammad Rasoulof, que aponta o exílio do Irã como a saída para encontrar a liberdade individual, ganhador do prêmio de Melhor Direção na mostra “Um Certo Olhar”, no Festival de Cannes, em 2011. Também na mostra, o filme “O Círculo”, de Jafar Panahi, retrata a prostituição feminina, abordando não apenas o tabu, como também a situação da mulher na sociedade iraniana.</span></p>
<p>O documentário “A Onda Verde”, dirigido por Ali Samadi Ahadi, é outro destaque, e revela os protestos que se seguiram à reeleição do atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em 2009, e sua violenta repressão. O documentário contribui para ampliar a compreensão do contexto em torno da condenação dos cineastas homenageados e dos filmes que eles realizaram depois deste fato.</p>
<p>A mostra exibirá 12 produções que refletem sobre o Irã, a sociedade iraniana e suas raízes culturais, políticas e religiosas. A mostra acontece também na Caixa Cultural Brasília de 18 a 26 de maio. A programação completa pode ser conferida no site <span style="color: black;"><a href="http://www.caixa.gov.br/caixacultural" target="_blank">www.caixa.gov.br/caixacultural</a>.</span></p>
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		<title>Mostra traz um panorama do cinema africano</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
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		<category><![CDATA[documentários]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra África Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Rouge Parole]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme de abertura, "Rouge Parole", foi eleito um dos 12 melhores documentários de 2012 pelo MOMA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 21 de maio a 2 de junho, São Paulo recebe, na Caixa Cultural, a 2ª edição da mostra de documentários “África Hoje”. Com curadoria da cineasta Luciana Hees, o evento oferece um vasto panorama da produção africana contemporânea de documentários, realizados por cineastas de diversas nacionalidades como Senegal, Tunisia, Moçambique, Portugal, Egito, Inglaterra, EUA entre outros.</p>
<p>A mostra exibirá 18 filmes, entre longas e médias-metragens, a maioria inédito no circuito comercial, e que terão sessões únicas na capital paulista. Os documentários abordam temas múltiplos do universo dos países africanos, alguns muito próximos da realidade brasileira, despertando uma reflexão sobre as diversas maneiras de lidar com questões complexas.</p>
<p>Entre eles, está o filme de abertura “Rouge Parole” (Tunísia/2011), um dos principais relatos sobre a Revolução da Tunísia, eleito um dos 12 melhores documentários de 2012 pelo MOMA (Museu de Arte Moderna de NY).</p>
<p>Outro destaque da mostra é o filme “Onde a Água Encontra o Céu” (Reino Unido/2008). Narrado pelo vencedor do Oscar, Morgan Freeman, e escrito por Jordan Roberts (&#8220;Marcha dos Pinguins&#8221;), o longa conta a inspiradora história de um grupo de mulheres em uma região remota do norte da Zâmbia que alcançam o inimaginável: aprender a fazer um filme como uma forma de falar sobre suas vidas, levantando uma questão que ninguém vai discutir, a situação das mulheres jovens órfãs devido à AIDS.</p>
<p>A Copa do Mundo também é um dos temas no “Africa Hoje” com o documentário “Fahrenheit 2010” (África do Sul/2009). O filme mostra uma investigação do que realmente significou para os sul-africanos os jogos mundiais no país. Quem realmente se beneficiou dos milhões de dólares investidos? E o que aconteceu com a África do Sul depois de ficar com o troféu.</p>
<p>Uma África forte através do seu povo e de sua cultura pode ser vista em documentários como &#8220;Na Espera dos Homens” (Senegal, 2007). Enquanto pintam suas casas, um grupo de mulheres fala das suas relações com os homens de uma forma muito aberta. Já em “Benda Bilili” (República Democrática do Congo/2010), é retratado um grupo de músicos portadores de deficiência física, resultante de poliomielite.</p>
<p>A programação completa da mostra está no site <a href="http://www.mostraafricahoje.blogspot.com.br/" target="_blank">www.mostraafricahoje.blogspot.com.br</a>.</p>
<p align="justify">
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		<title>Programação de festival apresenta filmes ingleses inéditos no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julie</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Inglesa Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Música, exposições, dança, teatro e cinema fazem parte do vasto cardápio de atrações que integram a programação do 17º Cultura Inglesa Festival. Na edição desse ano, os amantes da sétima arte poderão assistir gratuitamente duas mostras com obras selecionadas pelo [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Música, exposições, dança, teatro e cinema fazem parte do vasto cardápio de atrações que integram a programação do 17º Cultura Inglesa Festival. Na edição desse ano, os amantes da sétima arte poderão assistir gratuitamente duas mostras com obras selecionadas pelo curador Rafael Sampaio, uma com filmes contemporâneos britânicos e outra composta por rockumentários, documentários sobre bandas ou movimentos do rock britânico.</p>
<p>Os filmes estarão em cartaz entre 7 e 16 de junho nas cidades de São Paulo, Santos, Sorocaba, São José dos Campos e Campinas. Em todas as sessões, antes dos longas, serão apresentados curtas brasileiros, escolhidos via edital promovido pela Cultura Inglesa com o objetivo de estimular e fomentar a criação artística e o intercâmbio cultural entre Brasil e Reino Unido.</p>
<p>Além da série de filmes, o público também terá a oportunidade de conversar com o premiado cineasta, Zam Salim, sobre o cinema contemporâneo britânico. O evento ocorrerá no dia 13 de junho, no Museu da Imagem e do Som, após a exibição de seu primeiro longa metragem, “Up There”, às 19h. Lançada no final de 2012, a obra já ganhou diversos prêmios, entre eles os de melhor filme e melhor diretor no BAFTA escocês, e o Independent Spirit Award no Festival de Cinema de Santa Barbara, nos Estados Unidos.</p>
<p>O evento gratuito será aberto ao público e transmitido ao vivo pela internet para espaços culturais das cidades do interior e litoral. Em Santos<em>, </em>a transmissão ocorrerá no Cine Arte Posto 4; em Sorocaba, no Chalé Francês; em Campinas, no Museu da Imagem e do Som; e em São José dos Campos, no Espaço Cultural Mario Covas.</p>
<p>A programação cinematográfica do festival é composta pelas mostras Contemporânea, Rockumentários e Curtas-Metragens.</p>
<p>Composta por cinco filmes, alguns inéditos no Brasil, a mostra contemporânea tem entre seus destaques o filme “Up There”, do diretor Zam Salim. “London: the Modern Babylon”, do diretor Julien Temple, e “The Spirit of 45”, de Ken Loach, bem como as comédias “Sightseers”, dirigida por um dos mais contundentes e promissores diretores do cinema britânico atual, Ben Wheatley, e “Cockneys Vs. Zombies”, comandada por Matthias Hoene, completam a programação contemporânea.</p>
<p>A série de documentários na mostra rockumentários é sobre bandas ou movimentos do rock britânico, entre eles Artic Monkeys, The Rolling Stones, Radiohead, The Libertines, Michael Caine, Julie Christie, entre outros ícones da cena musical local.</p>
<p>Na mostra de curtas, três filmes brasileiros, “Lia e o Anjo”, “Master Blaster – Uma Aventura de Hans Lucas na Nebulosa 2907N” e “Muros entre Nós”, inspirados em literatura e poesias do Reino Unido também farão parte da programação do festival e serão exibidos antes dos longas.</p>
<p>Os curtas-metragens foram selecionados por meio de edital público e os curadores foram Daniel Gaggini, Newton Cannito e Rafael Sampaio.</p>
<p>A programação completa do festival está em <a href="http://festival.culturainglesasp.com.br">festival.culturainglesasp.com.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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